É interessante como tudo pode começar e como, surpreendentemente, tudo pode acabar. Quem pode dizer que é feliz? Como diria um "amigo": "haverá uma linha recta sem obstáculos?"- tens razão! Talvez só no papel, porque a vida é isso mesmo "uma estranha aventura", nunca sabemos quando essa aventura vai parar, muito menos como vai terminar. Essa maldita palavra que o povo português inventou:"Saudade"... saudade??? o que é realmente isso? Podemos sentir saudades de quê? E, porquê sentir saudades de algo ou alguém que já não volta? Poderei dizer que tive saudades de um tempo que por um lado foi bom mas que por outro matou-me? Que vida é esta que nos enlaça, que nos trata como se fossemos bonecos? Quem sou eu? Ao fim de tantos anos ainda não sei quem sou! Mas quem sabe? Tenho medo. Tenho muito medo. Não sei se sou feliz ou se quero sê-lo. Como seria bom ser algo diferente. Como seria bom... não sê-lo. Gostava de ser música, arte, literatura... não eu, não uma pessoa, não alguém... mas ALGO. Quem poderá compreender-me se neste momento estou SÓ!
segunda-feira, julho 05, 2010
terça-feira, junho 08, 2010
Queres viajar comigo?
Hoje perdi-me ponto perdi-me. Deixei de saber por que lado quero andar ou por que piso devo caminhar. Não quero continuar vírgula cansei-me.
Vinguei-me na amargura do teu ar e na revolta da volta do teu abraço.
Hoje apeteceu-me escrever. Sinceramente, não sei bem o quê. Penso ter perdido a chama que me inspirava. Triste. Acho que é essa a palavra que procuro e que não consigo pronunciar. Distante. A palavra que define a localização da minha cabeça. Na lua... onde se encontra o meu corpo. Estas estradas da vida não têm sinalização...
Vinguei-me na amargura do teu ar e na revolta da volta do teu abraço.
Hoje apeteceu-me escrever. Sinceramente, não sei bem o quê. Penso ter perdido a chama que me inspirava. Triste. Acho que é essa a palavra que procuro e que não consigo pronunciar. Distante. A palavra que define a localização da minha cabeça. Na lua... onde se encontra o meu corpo. Estas estradas da vida não têm sinalização...
terça-feira, maio 12, 2009
Fecho os olhos enquanto procuro uma resposta
torna-se impossivel respirar o ar
que me dão. perco-me indisposta
vivo ansiosa pelo que vive para me matar.
Pum pum pum. Pouco mais se ouviu.
o coração não quer continuar
e nada parece conseguir reanimar
tudo o que se passa. Chega Chega!
Ploff... fez-se o cenário ouve-se o silêncio
shshshshshs. Nada mais. há sombras, vultos
vivem-se momentos quais cultos
morrem sentimentos.
Findam....
Findam....
Para deixar nascer uma nova vida
para deixar renascer o que se havia perdido
torna-se impossivel respirar o ar
que me dão. perco-me indisposta
vivo ansiosa pelo que vive para me matar.
Pum pum pum. Pouco mais se ouviu.
o coração não quer continuar
e nada parece conseguir reanimar
tudo o que se passa. Chega Chega!
Ploff... fez-se o cenário ouve-se o silêncio
shshshshshs. Nada mais. há sombras, vultos
vivem-se momentos quais cultos
morrem sentimentos.
Findam....
Findam....
Para deixar nascer uma nova vida
para deixar renascer o que se havia perdido
le rencontre avec la forêt
Perdue dans la forêt des sentiments je me trouve seule avec tout ce que je sens. Je cherche moi même mais j'ai peur. je sens que tu est là, mais où? Cheri embrasse moi, je veux pas rester ici. Prends moi dans tes bras. Donne moi ta force, ton amour. Aide moi a vivre avec ton esprit. Je t'aime et j'ai besoin de toi. J'arrive pas à soutenir toute cette angoisse sans ta presence. T'es ma vie. Marco... oui toi... Je t'aime de tout mon coeur.
terça-feira, junho 10, 2008
Amor perdido nas amarras do teu ser
Fui num sábado de chuva que os teus olhos se cruzaram com os meus. Foi deveras lindo. O brilho que eles transmitiam conduziam-me a uma estrada de sentimentos onde deixamo-nos seguir pelas setas "felicidade", "amor", "ternura". Cada passo dado, as mãos tocaram-se de forma envergonhada. Baixei a cabeça com medo que lesses os meus sentimentos mais puros e profundos. Mas lentamente e com um só gesto levantaste-me a cabeça e foi então que senti o doce dos teus lábios. Um toque suave, muito leve, como se fosse um pedaço de seda a passar nos meus lábios. Uma lágrima, de profunda alegria, atravessou o meu rosto. Foi inevitavel deixar escapar um suspiro bem sentido quando te afastaste e quando dei conta de que já tinha passado. O teu corpo afastou-se suavemente do meu. Apenas consegui soletrar com a pouca força que tinha uma só palavra: Amo-te!
Vi a Maresia, senti o Ar, senti o Odor, senti a Perseverança, senti a Esperança, senti-me Reluzente quando te observei mais uma vez.
sábado, janeiro 19, 2008
sábado, dezembro 29, 2007
sexta-feira, dezembro 28, 2007
La valeur de l'amitie!
-Oui, je le sais!
-Tu le sais?
-Oui
-Mais, biensûr! Tu es toujours là. Aujourd'hui je l'ai bien appris quand j'ai regardé ton regard si profond! J'ai bien compris. tu connais toujours mes sentiments et t'arrives à me soutenir quand je suis pas bien. tu es prête pour m'entendre, pour me conseiller, pour m'avertir... Merci RC
-Tu le sais?
-Oui
-Mais, biensûr! Tu es toujours là. Aujourd'hui je l'ai bien appris quand j'ai regardé ton regard si profond! J'ai bien compris. tu connais toujours mes sentiments et t'arrives à me soutenir quand je suis pas bien. tu es prête pour m'entendre, pour me conseiller, pour m'avertir... Merci RC
sexta-feira, dezembro 14, 2007
l'autre côté du mirroir de l'amour
Quand je l'ai connu il était perdu
Je sentait son parfum dans mes affaires
Je cherchais son corps. Je me suis rendu
compte que les choses n'etaient pas claires.
Je suis sortie pour le chercher, mais où?
Tous les chemins étaient fermés. Quoi faire?
J'ai pleuré en demandant un signe. Il y avait de trous
Il est parti. Il m'a laissé. Je suis allée vers la mer.
Elle m'attendait. Elle m'a parlé. Elle voulu
mon âme. j'avais plus d'âme. J'étais amère.
j'ai tout perdu. Tout!
J'ai tout quitté. J'ai tout laissé.
Il était mon monde. Il était fou
Fou d'amour, quand on s'aimait.
tmm
Je sentait son parfum dans mes affaires
Je cherchais son corps. Je me suis rendu
compte que les choses n'etaient pas claires.
Je suis sortie pour le chercher, mais où?
Tous les chemins étaient fermés. Quoi faire?
J'ai pleuré en demandant un signe. Il y avait de trous
Il est parti. Il m'a laissé. Je suis allée vers la mer.
Elle m'attendait. Elle m'a parlé. Elle voulu
mon âme. j'avais plus d'âme. J'étais amère.
j'ai tout perdu. Tout!
J'ai tout quitté. J'ai tout laissé.
Il était mon monde. Il était fou
Fou d'amour, quand on s'aimait.
tmm
sexta-feira, outubro 19, 2007
O azul vestindo amarelo
Assim era o amanhecer
o amarelo que confundia o azul
e o azul que queria ver o amarelo
simplesmente se estabelecer
todo o desenho estava a ser
feito... Poucos eram os espectadores
Daquela maravilha
poucos testemunhavam aquele poder
A força desenhada
entre o azul que vestia amarelo
numa tela bem armada
o amarelo que confundia o azul
e o azul que queria ver o amarelo
simplesmente se estabelecer
todo o desenho estava a ser
feito... Poucos eram os espectadores
Daquela maravilha
poucos testemunhavam aquele poder
A força desenhada
entre o azul que vestia amarelo
numa tela bem armada
sexta-feira, setembro 14, 2007
As portas batiam com força naquela tarde de inverno. As àrvores pareciam querer companhar o vento e nada aquecia aquela pequena casa...
.... Escrevia palavras cujo sentido demorava a ser revelado. A secretária castanha encobria os mais belos e estranhos segredos e pena desenhava os mais belos traços de um rasto de sentimentos.
Através de manhãs cheias de neblina e chocolate quente... decidiu abrir a janela virada para o castelo. A vista para aquele castelo era o mesmo que desejar atingir a liberdade. entre o caderno e a caneta estava o seu semblante desejante de querer encontrar a solução para o que o seu coração encobria. Procurou-se a raíz de tudo o que aconteceu. Procurou-se a razão para a luta árdua do quotidiano. A selva, a selva que é a vida, ainda aparentava ter um trilho brilhante.
...
-Anda! Está na hora!
Na hora? Que hora é essa? Entre os eternos segundos porquê desejar cumprir um horário? Acordada entre os pesadelos nocturnos, os zumbidos, as pedrinhas a bater na janela, a procura de uma saída daquele labirinto onde os medos percorrem...
In Memorias
domingo, julho 15, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
Memorias

Longe de todos os que amava, Luana continua a sua luta face a uma vida que preferia não ter conhecido. Muitas vezes, perdida nos braços de um amante, arrependia-se de ver o nascer da luz. Porém, algo muito forte abria caminho para um novo rumo. A luz era forte, um branco extremamente forte, cegando a sua sensibilidade, a sua visão, o seu amor. Caminhando em direcção dessa luz, num tunel completamente escuro, ela procurou uma solução para tudo o que ela sentia, contra esta revolta, este sentimento de odio. Em direcção a esta luz, ela conheceu o medo. apos ter corrido para encontrar essa saida, a unica porta aberta transformou-se numa tortura. O unico compartimento que estava aberto e de onde saia esta luz tao poderosa, era assustador, corpos congelados, numa arca frigorifica, outros tantos sobrepostos fizeram cair as làgrimas num rosto palido e, outrora, sereno. Ainda assim, o panico elevou-se quando uma criatura branca, sem corpo, veloz e sedenta contemplou a serenidade e o panico de Luana. A luta fez-se, até que Luana acordou deste pesadelo.
IN Memorias
Ana Isabel
IN Memorias
Ana Isabel
terça-feira, maio 22, 2007
O Ser Humano
O ser humano?! Quanto mais o conheço mais confusa fico. às vezes, prefiro pensar que tudo o que existe é meramente passageiro, aliàs, vejo-me como alguém passageiro nesta terra, neste mundo. A podridão dos homens tem-se feito sentir por todo o lado e o sufoco que isso produz conduz, certamente, à loucura ou à nausea, tantas vezes mencionada pelos grandes escritores existencialistas!
Pode ser que eu esteja a exagerar, mas a realidade faz-se sentir e ver. Quanto pensamos que podemos confiar e contar com alguém, é esse o primeiro a atacar-nos.
Deixo-vos refletir???
quarta-feira, abril 04, 2007
pessoal de PORTO SALVO
assistante culturelle en france
Sans doute! je suis en train de vivre une experience que je ne vais jamais oublier! le debut a ete completement difficile, mais maintenant je suis tres à l'aise et je veux continuer ici! je vis de grands moments avec ma colegue polonnaise, Barbara; ainsi comme chaque professeur. ils, les professeurs, sont tres sympas et ils m'aident beaucoup a soutenir cette experience! Les eleves sont aussi tres amusants, j'aime bien etre avec eux, quoique parfois il faut menacer une allee chez la principal, ou crier! les moments que je vis sont fantastiques et je veux pas partir! c'est une experience inoubliable.
Assistente da cultura portuguesa em França1
Hoje é dia 04 de Abril e sinto que o tempo voa. Estou longe de todas as pessoas que conheço e, apesar da liberdade conquistada, sinto que adquiri muitas experiencias e criei laços muito importantes. Tenho vivido momentos unicos, quem diria: cozinha, limpezas, tratamento de roupa, etc, etc, tudo o que eu pensava nao fazer. Mas, isso faz parte desta experiencia que, ate ao momento, tem sido inesquecivel! Partilhar as minhas alegrias e tristezas com a minha colega tem-me feito aproximar mais dela e sentir que, mesmo estando longe do nosso ninho, podemos confiar em alguem e viver ocasioes dificeis de esquecer e de abandonar! Creio que as raizes que aos poucos fui criando estao a produzir bons frutos! Embora continue no BOM CAMINHO nao deixo de me divertir. O contacto que tenho mantido com os professores tem sido muito importante, eles tem-se mostrado super pacientes e disponiveis a ajudar sempre que necessario. Os alunos tem preenchido as minhas horas livres, mesmo quando tem a ideia de me enervar acabam por me fazer rir. Aprendi que quando fazemos as coisas por amor, carinho e desejo de aprender, procurando, desta forma, desfrutar das ocasioes que nos sao propostas, entao, crescemos e aprendemos mais do que esperavamos!
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
«"Luana! Sai. Não vês o que está à tua frente?"- Dissera-lhe a mãe, num tom melodioso, após ter feito o bolo preferido da sua filha. Entretida, ela permanecia no mesmo sitio. os lápis espalhados, faziam a forma de um triangulo... rosa, amarelo e azul... no chão, debaixo dos seus olhos distraidos, pousava um papel. Uma música, calma, soava as ondas do mar, fazia eco dentro de casa. Após uns pequenos segundos "Mãe! Já está!" o desenho estava feito.»
in Memórias,
Ana Isabel
Esfinge
quinta-feira, abril 27, 2006
"Há Palavras Que Nos Beijam"
"Há Palavras Que Nos Beijam"
Por Maria Adelaide Gardete
"Há palavras que são mais do que
palavras.
Simbiose entre elas próprias e homens e
mulheres.
A intensa luz que irradiam
O amor e a esperança
O alcançar o inatingível
A recusa de um cruzar de braços
O colo de uma mãe
O sorriso de um amigo
Abençoadas "As palavras que nos beijam"
_____ _______ _____
Há palavras que nos beijam
Há palavras que nos ferem
Há palavras que nos acariciam
Há palavras que nos magoam
Há palavras que perdiam
Há palavras que condenam
Há palavras que dão vida
Há palavras que destroem
A força e o poder das palavras
A fraqueza e a inexistência de palavras
o mundo roda sobre palavras
-Umas pensadas, outras inventadas-
Não queria eu conhecer
o peso das palavras
que me não beijam."
Muito Obrigada!
Por Maria Adelaide Gardete
"Há palavras que são mais do que
palavras.
Simbiose entre elas próprias e homens e
mulheres.
A intensa luz que irradiam
O amor e a esperança
O alcançar o inatingível
A recusa de um cruzar de braços
O colo de uma mãe
O sorriso de um amigo
Abençoadas "As palavras que nos beijam"
_____ _______ _____
Há palavras que nos beijam
Há palavras que nos ferem
Há palavras que nos acariciam
Há palavras que nos magoam
Há palavras que perdiam
Há palavras que condenam
Há palavras que dão vida
Há palavras que destroem
A força e o poder das palavras
A fraqueza e a inexistência de palavras
o mundo roda sobre palavras
-Umas pensadas, outras inventadas-
Não queria eu conhecer
o peso das palavras
que me não beijam."
Muito Obrigada!
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